segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O homem de Deus.

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O homem de Deus, com relação à esposa (mas que se estende aos demais, embora seja mais exclusiva com respeito a ela), deve:

1. Estar disposto a dar sua vida por ela: “Vós maridos, amais vossas, mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Ef. 5.25).

2. Zelar por ela, assim como cuida de si mesmo: “Assim devem os maridos amar suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo” (Ef. 5.28 ).

3. Não buscar mais seus próprios interesses, pois vive para ela: “Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja” (Ef. 5:29).

4. Não se afastar dela, exceto por necessidade: “Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos” (Ef. 5:30).

O marido cristão precisa ser alguém versado em atividades essenciais ao ser humano criado por Deus. Em outro lugar, o apóstolo Pedro nos afirma que a mulher é o “vaso mais fraco” (1 Pedro 3.7), não no sentido de que não é útil ou que seja necessitada de tudo, mas, sim ensinando que ela precisa aprender algumas coisas com o homem e esse deve estar pronto para a ensinar e, o mais importante, a defender.

Paulo também escreveu ao amado Timóteo: “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Tm 5.. De suma importância é a palavra que Paul usou para “cuidado”, pois no grego é “προνοεω” (Pronoeo) e significa, “antecipar, prever, pensar de antemão, prover para alguém, cuidar de uma coisa”. O apóstolo não está falando de prover somente no âmbito espiritual, mas em todos os sentidos, pois anteriormente afirmou: “Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus” (1 Tm 5.4). Certamente que todo o cuidado para com os seus implica, dentro do que for tangível, em valer-se de segurança física, pois assim como é lícito buscar morar em áreas seguras e murar nossas casas e condomínios (às vezes até com vigilantes armados), buscando nos assegurar contras as intempéries da vida, igualmente é proveitoso e necessário defender a família.

Assim como Cristo enviou o Seu consolador (o Espírito Santo) para estar com a Igreja e não a deixá-la só, também o marido cristão precisa, no limite do razoável, ensinar sua esposa em certos aspectos práticos da vida, pois haja vista que nenhum de nós é eterno, o marido não deve deixar de passar todo conhecimento que possui à sua amada (o contrário é igualmente procedente).

Tornando o ensino em prática, é útil e honrável que o marido ensine sua mulher a defende-se fisicamente; que a ensine como “conseguir dinheiro” (caso não trabalhe fora); quando algo estraga dentro de casa, chamá-la e ensiná-la docilmente a como realizar aquele conserto – não porque ele não mais fará, mas sim porque devido ao seu amor por ela, deseja também que ela aprenda esses dotes que naturalmente não possui (e vice-versa).

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♦ Autor: Filipe Machado

♦ Extraído do livro "Armas, Defesa Pessoal e a Bíblia" (páginas 18 a 20). Disponível aqui: http://reformahoje.com.br/livro/

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